segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Nosso amor cara de pau...

Tendo em conta q estou cheia de saudades de vc hj, e de ter falado de vc, aliás como sempre qdo o assunto é sexo bom demais... ainda mais q a recíproca é verdadeira... e q bom ouvir isso com essa voz deliciosa... estou esperando o susto... essa cera tá me matando... mas vamos ao ponto...

Falava eu com meu amigo, e ele já desesperado com um amor q não ata nem desata... e preparando a sua última (???) tentativa, aqd de uma viagem profissional tencionava reservar um qto com cama de casal pra fazer uma surpresa para a "moça"... E eu claro, a demovê-lo da asneira... assim é q perde tudo, pq ela vai se sentir desrespeitada, manipulada e aí sim vcs vão brigar, reserve o qto com camas de solteiro, e faça-se de amigo, qdmite q perdeu, mas q mantém o respeito e a amizade... kkkkkkkkkkkkkk... e assim qdo ao fim de um tempo qdo ela começar a se derreter, faça um docinho antes de "ceder", mas, aproveite pra dizer q ou ela te aceita como vc é, ou não é amor, e chega de brigalhadas... ela tem ciume até de mim, a um oceano de distância... kkkkkkkkkkkkkkkkk...

Mas o caso meu amigo, é q isso não vai resultar muito... ela, com complexo de cinderela precisa de encaixar vc na imagem q ela criou de principe encantado... mas não consegue ver nada disso... como nunca se casou sente q isso lhe falta, pq se sente cobrada mas nunca se questionou... afinal, o corrente é q a mulher PRECISA de um homem pra chamar de seu... e é essa a cenoura q a faz andar... E vc, está no auge dos seus hormônios e como sofreu muito numa relação q terminou tragicamente, morre de medo de se envolver outra vez, e vai fugir disso com todas as forças... pra completar, claro, afinal havia outra... e é com essa q vc tem pele, tesão, é com essa q vc faz sexo do jeito q vc gosta... a outra te atrai, é um "par" ideal" pra vc, do ponto de vista intelectual, social, mas na cama, tcsss tcsss, por muito q tentem, não dá, não adianta tapar o sol com a peneira...

Eu já vivi isso de várias formas... já fui a "ideal" sem tesão, já fui a safada q socialmente não combinava, já tive amantes deliciosos, com quem não perdia meu tempo a conversar coisas sérias, e já tive pessoas fabulosas, mas sexualmente nulas... e outras a meio do caminho entre uma coisa e outra... sexo é sexo, se vc gosta de fazer sexo à F*** não adianta muito vc ir empurrando com a barriga, pq cada vez q vc se encontrar com a F*** será de loucos, e depois vc vai sentir culpa, e etc etc etc... mas com S*** vc não se satisfaz como homem, não tem química, não adianta... Claro é facil falar pra ficar com as duas, ou ter uma relação aberta... mas elas não aceitam... E... não existe solução pra esse teorema baby... pelo menos eu não sei nenhuma... o q eu sei é q sinto saudade de qdo tive alguém com quem isso fluia maravilhosamente bem, mas eu estava, por isso mesma, distraida demais pra perceber... não havia conflito, ciume, briga, discussão, era só love só love só love só love, de todas as formas e com todos os modelos possiveis... e incluiria tbm muita putaria com amor... havia uma paixão platônica mal correspondida do meu lado, uma relação terminal problemática do seu e havia esse nosso amor cara de pau... foi vivido, bem vivido, e a ausência de "problemas" não nos deixou perceber o qto era bom demais... passamos batido... mas curtimos muuuuuuuuuuuuito... custa muito saber q isso não se vai repetir... mas claro, não custa nada tentar... pq a verdade é q ninguém tem resposta nem fórmula nem modelo, cada um q viva seus amores, e mais nada... Mas saibamos q uma única pessoa não satisfaz em tudo, nem podemos encaixar as pessoas nas nossas idealizações, nem devemos levar muito a serio as nossas mentiras e as mentiras alheias em se tratando de relacionamentos, a maioria está sim fazendo pose, de purititicos ou de modernosos, mas é tudo pose... Cada um escolhe e aproveita o melhor de cada relação, não infinitas, posto q é chama, mas eternas enquanto dure... (duras...)kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...

Qto à mim, prefiro vivê-los pra mim, não tenho necessidade de expor socialmente nem preciso ser validada socialmente por uma relação ( como pessoa selvagem q sou, e em processo de descivilização eu ando na contramão do q é patriarcalmente oficial e desejavel...), não preciso provar pra ninguém q eu sou uma pessoa gostável, nem fazer bandeira disso... por isso fico feliz de ser tudo às escondidas... ninguém precisa saber de nada, a foda é nossa e ninguém tem nada com isso... assim é q é gostoso, assim é q funcionou pra gente... vamos se foder e se amar pq o mundo vai acabaaaaaaaaar... "Eta amor cara de pau, sem vergonha e sem juízo, você quer e eu preciso eta amor cara-de-pau mas é gostoso, esse amor é bom demais"

domingo, 4 de outubro de 2009

Será q ele vai ligar???


Texto de Leonardo Luz

Ouvindo hoje o relato de uma amiga sobre a noite de ontem percebi uma coisa: esse papo de que “homem não liga” não passa de política das mulheres, pra que elas possam ser liberais e moderninhas sem que os outros olhem torto. Explico.
Essa minha amiga ficou com um sujeito ontem em uma boate. E com a curiosidade que me é peculiar perguntei se ele tinha pegado o telefone dela. No que ela me responde um “Pra quê? Eu não ia querer nada com ele mesmo!”. Sendo que, com essa mesma amiga, na semana passada, diante da mesma pergunta, ouvi como resposta: “Pegou e já me ligou duas vezes. Que saco!”.
Ou seja, minha amiga confirmou duas teorias em uma semana só: a de que os homens ligam sim, e a de que as mulheres não querem que eles liguem, só querem fazer cara de cachorro que caiu do caminhão de mudança quando eles não ligam, pra ganhar um cafuné.
Eu sempre fui um exemplo de que os homens ligam. Sempre liguei, de verdade, mesmo se não houvesse intenção de nada mais sério. E em alguns casos percebi que a minha ligação não era muito bem-vinda. Tudo bem que eu não era muito perspicaz e só percebo isso agora, enquanto escrevo, mas o importante é que eu percebi.
E em alguns minutos de intensa reflexão e Winning Eleven, cheguei à seguinte conclusão:
as mulheres, ao longo dos anos, vêm se tornando homens!
Tudo bem, você vai dizer que o Ronaldo Fenômeno percebeu isso antes de mim, mas não me refiro ao sentido, digamos, palpável da coisa. Palpável não por mim, que fique claro.
Atualmente as mulheres vem se transformando no que antes elas mais reclamaram nos homens: agora elas têm aversão a relacionamentos, não querem criar vínculos, acham chato pessoas que ligam no dia seguinte e algumas tem até um pau maior que o meu. E olha que mesmo entre homens isto é um fato raro – estatisticamente falando, claro, sem experimentos empíricos.
Enfim, sob a desculpa de relacionamentos passados sofridos, traumas com homens canalhas e a velha de que “homem não presta”, as mulheres estão, parafraseando o poeta carioca, pegando geral.
E os homens? Os homens estão cada vez mais… mulheres!
Ligam três vezes no dia seguinte, mandam mensagem dizendo que estão com saudades, vão buscar no trabalho de surpresa etc. Claro, isso pode ser um mecanismo de defesa, afinal, se as mulheres ficassem como os homens e os homens continuassem como homens, o mundo ia virar uma grande suruba, com gente se pegando a torto e a direito, sexo sem compromisso, mulheres sem pudores de ir pra cama na primeira noite, namoradas nos convidando pra um ménage com aquela amiga gostosa, enfim, uma putaria só. E não é isso que queremos.
Então, como defesa, os homens foram invertendo os papéis. E com isso só incentivaram o comportamento machesco das mulheres. Mas se elas estão assim, “modernas”, por que ainda reclamam que os homens não ligam se elas não querem que eles liguem? Simples. É estratégico. Se ao invés de reclamar de que não ligamos elas começassem a reclamar que ligamos, elas abdicariam da posição de “Taaadiiiinha, vem cá que eu te faço um cafuné” e passariam à posição de crápulas, ninfomaníacas, interesseiras e sem responsabilidade, que até hoje era exclusividade nossa. E aí tome “Não atendi porque tava no banho”, “Não é você, sou eu” e “É que eu não to bem, não quero me envolver”.
Mas a culpa de tudo isso é nossa. Não minha, mas de vocês, todos os outros homens do mundo. Se vocês tivessem continuado não ligando no dia seguinte, nada disso estaria acontecendo. Mas não, vocês foram ser sentimentais, ficaram com peninha, se deixaram influenciar pelas reportagens do Fantástico e pelas matérias na Veja ou na Época, aí deu no que deu.
Perdemos o monopólio da safadeza desenfreada. E o pior é que com anos e anos sendo vítimas, elas agora vão poder fazer o que quiserem ser serem condenadas. E ainda fingindo que não fazem. Tudo culpa de vocês.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Meu filho, meu herói...

Transcrevo o texto enviado por uma amiga sobre a educação de filhos homens, crianças do sexo masculino em geral, pq nem todas somos mães, mas tbm tias, amigas, vizinhas, professoras ou avós... enfim, o cuidado do masculino q nasce agora e q será par da mulher num futuro próximo...

"CRIANDO MENINOS"

de STEVE BIDDULPH


UMA NOTA IMPORTANTE


Houve um tempo, nem tão distante assim, em que se valorizavam mais os meninos e se pensava que as meninas não seriam capazes de fazer tudo que eles faziam. As famílias empregavam todos os recursos possíveis na educação dos filhos, mas acreditavam que gastar dinheiro com a educação das filhas seria "desperdício". O menino recebia a melhor alimentação e
as melhores roupas porque nele estava o futuro da família. 0 nascimento de um garotinho era visto como uma bênção; o de uma garotinha era falta de sorte.
Ainda hoje, na Tailândia e no Nepal, por exemplo, meninas podem ser compradas e vendidas e, em algumas regiões da China, os bebês do sexo feminino podem ser abandonados para morrer. Para nós, isso parece terrível. No entanto, aqui mesmo, uma longa e árdua luta aconteceu para que as meninas tivessem o mesmo valor e as mulheres pudessem alcançar todo o seu potencial. E essa luta continua. Ao escrever um livro sobre os meninos e suas necessidades especiais, não pretendo, de modo algum, diminuir os esforços feitos em toda parte para promover mulheres e meninas. Mas está dolorosamente claro (para qualquer um que abra um jornal) que os
meninos também estão sofrendo. Um mundo melhor depende de indivíduos mais felizes e mais saudáveis. Se queremos mais homens bons no mundo, precisamos começar a tratar os meninos com menos reprovação e mais compreensão.
Steve Biddulph


CAPÍTULO I


O QUE HÁ COM OS MENINOS ?


Na noite passada, tinha um encontro na cidade. Peguei o carro para ir até lá, mas um acidente fez com que a situação dos jovens mais uma vez atravessasse o meu caminho. Três veículos à
frente do meu, a estrada foi bloqueada. Dirigindo um carro de passeio e levando quatro colegas, um rapaz de dezessete anos tentou escapar do tráfego, mas não viu um caminhão que vinha de trás. 0 caminhão pegou o carro pelo meio, arrastando-o pela rodovia por uns cinqüenta
metros. Junto à cena do acidente, havia sete veículos de emergência: bombeiros, resgate, polícia, ambulâncias. As equipes trabalhavam, enfrentando com frieza a situação. 0 jovem motorista foi lentamente retirado das ferragens, inconsciente. Os outros quatro rapazes tinham vários ferimentos. Uma mulher mais velha, talvez a mãe de um deles, veio correndo de uma fazenda próxima e foi confortada com gentileza pelo policial. O sexo masculino estava em toda a cena - de um lado, inexperiência e risco; do outro, competência, cuidado e equilíbrio. Aquilo praticamente resumiu para mim a situação masculina. Os homens, quando bem sucedidos, são maravilhosos. Mas os jovens do sexo masculino tornam-se tão vulneráveis, tão propensos ao desastre... Hoje em dia, quando vemos nascer um menino, sentimos um aperto no coração - o que vai ser dele no futuro?


MENINOS EM SITUAÇAO DE RISCO


Atualmente, as meninas são mais seguras de si, mais motivadas, mais aplicadas. Os meninos, com freqüência, não têm objetivo, vão mal na escola, têm dificuldades de relacionamento, expõem-se à violência, ao álcool, às drogas e outros perigos. As diferenças começam cedo -
visite uma pré-escola e constate você mesmo. As meninas trabalham contentes em grupo; os meninos circulam como índios em volta de um vagão de trem, implicam com elas e brigam uns com os outros. Durante o ensino fundamental, os trabalhos dos meninos costumam ser mais desleixados e de pior qualidade. Lá pela terceira série, já não querem mais ler.
Falam o mínimo possível, só uma palavra ou outra: "Oi?", "Tá!". No ensino médio, não participam de debates, não freqüentam concertos, reuniões ou qualquer atividade que não
seja esportiva. Fingem que não ligam para nada, e dizem que "assim é que é legal".
Os adolescentes são bastante inseguros quanto a relacionamentos e a se aproximar das garotas. Quando elas estão por perto, alguns ficam terrivelmente tímidos e outros se tornam agressivos e
desagradáveis. Parecem não dominar nem mesmo as habilidades mais básicas de conversação.
Mas, o pior de tudo, é claro, é a questão da segurança. As mortes de rapazes de quinze anos são três vezes mais freqüentes do que das meninas da mesma idade, e as causas são as mais variadas, mas acontecem principalmente devido a acidentes, violência e suicídio.


BOAS NOTICIAS


O que todos nós queremos é ver jovens ativos, felizes, criativos, e gentis. Precisamos que os nossos meninos se transformem em jovens que se preocupem com os outros e participem das soluções do século XXI. E que, enquanto isso, lavem a louça e arrumem o quarto! Nestes últimos cinco anos, muito se aprendeu sobre a verdadeira natureza dos meninos. São descobertas surpreendentes e agradáveis. Acreditamos que a leitura deste livro possa lhe oferecer um grande alívio. Durante trinta anos, foi moda negar a masculinidade e dizer que meninos e meninas são iguais. Mas, conforme diziam pais e professores, essa abordagem não funcionava. Novas pesquisas vieram confirmar a intuição dos pais sobre o fato de que os meninos são diferentes, mas de maneira positiva. Estamos começando a entender como apreciar e não reprimir a masculinidade - qualquer que seja sua forma. Neste livro, vamos observar muitos aspectos inteiramente novos do entendimento do que é ser menino. Vamos explicar primeiro os
três estágios distintos do desenvolvimento. Em seguida, vamos examinar os poderosos efeitos dos hormônios masculinos sobre a psicologia dos meninos e ver como podemos ajudá-los a lidar
com as ondas do desenvolvimento.Vamos falar das importantes descobertas acerca de como o cérebro dos meninos é vulnerável e discutir meios de desenvolver melhor suas habilidades de comunicação. Vamos ver ainda algumas histórias e idéias sobre o importante relacionamento
entre mãe e filho, a posição vital do pai e mostrar como as escolas podem melhorar sensivelmente.Vamos examinar o esporte, que se tornou um verdadeiro risco, apesar de tão bom para os garotos. Vamos falar também de meninos e sexo. E por último, vamos ver algumas maneiras pelas quais toda a comunidade pode dar apoio aos meninos para que se tornem homens. Meninos podem ser ótimos. Nós podemos fazê-los ficar assim. Compreensão é o segredo.

capitulo II
OS TRES ESTÁGIOS DA INFANCIA

Os meninos não crescem todos de maneira suave e uniforme. Não basta dar cereais à vontade, camiseta limpa todo dia, para vê-los uma certa manhã acordarem homens feitos. Existe um programa a seguir. Qualquer um que conviva com meninos se surpreende com suas mudanças e com a variação de humor e energia que apresentam em ocasiões diferentes. A questão é entender o que fazer - e quando. Felizmente, os garotos estão por aí há muito tempo, e não somos os primeiros a lidar com eles. Todas as culturas do mundo enfrentaram o desafio de educar meninos, e cada uma encontrou suas soluções. Foi só nas últimas décadas, tão sacudidas pelas mudanças, que nós falhamos em adotar um plano de ação real para criar bem os nossos meninos. É que estávamos muito ocupados fazendo outras coisas! Os três estágios da infância são atemporais e universais. Sempre que falo com pais sobre esses estágios, eles dizem "Está certo!", porque a tese combina com a experiência deles.

UMA VISAO RÁPIDA DOS TRÊS ESTÁGIOS

1. 0 primeiro estágio vai do nascimento aos seis anos - período em
que o menino pertence principalmente à mãe. Ele é o menino "dela" embora o pai possa exercer um papel muito importante. Durante esse estágio, a meta deve ser dar amor e segurança, e fazer com que a "ligação" do menino à vida seja uma experiência calorosa e acolhedora.


2. 0 segundo estágio inclui o período que vai dos seis aos catorze anos - quando o menino, num impulso que vem de dentro, começa a querer aprender a ser homem, e se volta cada vez mais para o pai, com quem procura partilhar interesses e atividades,embora a mãe continue muito envolvida e o mundo exterior também exerça atração. 0 objetivo desse estagio é criar competência e habilidade; desenvolvendo ao mesmo tempo afabilidade e bom humor - para que ele se torne uma pessoa equilibrada. Esta é a idade em que o menino se sente seguro e feliz com sua masculinidade.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Poli - Gentileza

Meu poliamor é diferente do seu...


PRA MIM, o poliamor é um resgate de antigas formas pagãs de amar... não há outra forma de ver ou de viver o poliamor, q não seja rompendo com o patriarcado e com os papéis amorosos q se prendem a ele... PRA MIM só existe poliamor como parte da concepção de um novo modelo social completamente abrangente... ou seja, faz parte de uma modificação profunda dentro das pessoas e do lado de fora tbm... mas claro, isso sou eu utopiando... kkkkkkkkkkkkk...
Ver o poliamor fora dessa mudança "Eislerniana" da sociedade é como usar apenas um rótulo sem ter a atitude... sem ter a verdade que essa mudança imputa... é só p inglês ver... ou seja não tem nenhum valor nem traduz uma coerência mínima... É preciso romper com as várias amarras patriarcais, sejam sociais, econômicas, institucionais, assim como com conceitos enraizados na nossa sub-(eros)psiquê...

Especificamente no caso dos homens, já q esse blog se destina a eles... implica antes de tudo ter amor próprio, coisa q poucos homens tem, de fato... homens tem muita auto-confiança, mas não amor próprio... são coisas muito diferentes... homens são personagens q eles constroem por cima das suas identidades pra serem aceites socialmente e respeitados, e claro, para proporcionar aceitação junto a outras pessoas com quem possam dar vazão ao seu enorme recalcado e auto-comiserado desejo carnal, uma necessidade latente, hj mais q sempre, pq já não se fazem mais guerras como antigamente... primeiro, como disse Jesus, o marcineiro... filho do delicioso capricorniano português..rs... é preciso se amar... sem se amar primeiro o amor ao próximo fica sendo apenas qqr coisa, menos amor...sem se amar, sem se respeitar, querendo agradar aos outros, ocupar um cargo ou posição, status qqr merda dessas ai... não se pode ser verdadeiro... não se pode ter todas as dimensões de uma plenitude imperfeita... reprime-se aquilo q não parece bem, oculta-se algumas obviedades, o resto maquia-se e adoece... Uns homens usam seu proprio charme ou porte físico, outros menos bem dotados usam a verborreia, a herança de família, usam os outros... enfim... mas são personagens... uns dias viradas pra cá... uns dias viradas p lá... mas sempre com seus cunpinxas, ali somadinhos e contadinhos, se sentem confortáveis, todos fingindo o mesmo tudo bem... chegar ao seu equilibrio YY, yin-yang, sendo XY, resolvendo seu feminino junto com o seu ser e suas qualidades e dons... qto mais perto de ser um novo homem um homem está, mais perto de amar... e de poli-amar... mas enquanto ainda não está bem resolvido internamente, ainda vê as mulheres como vampiras lésbicas, marionetes, mães odiosas em pedestais e por ai afora... ainda vê umas mulheres como "estúpidas q tem de gozar 77 vezes" e outras como qqr coisa q eu não sei, rs... o q andam a falar de mim pelas costas... kkkkkkkkkkkk... com certeza, qqr coisa muito pior q isso... "mais espertas pq concordam comigo e me olham com aquele olhar de jacaré... vou te devorar... kkkkkkkkkkkkk... é, agora o texto ficou contextualizado demais e perdeu a loção...rs... fingir p que? né Adriano... o homem carente, dependente do amor de uma mulher, quer ele domine ou seja dominado, ou seja tão somente uma reserva pra programinhas de entremeada... tbm os há... homens babões q beiram o blerghinismos, e homens q ficam de cabelo em pé com um texto contextualizado, anti-acadêmico e cheio de neologismos em saldo... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk... homens e homens... românticos invertebrados, com sua aura de rebeldes, homens antenados, de cavanhaque sensual e q finge q lê a trip... homens em laboratórios, com guardapó branco impecavel, luvas e microscópios de última geração... hummm, esses últimos me deixam salivando como uma loba latina querendo devorar um cabritinho celta... kkkkkkkkkkkkkkkk... tantos esses homens... tão longe de si mesmos... tão sem auto-amor... a procura de qqr coisa q componha o cenário, mas claro, isso não tem nada de verdade... por isso... tks tks... nada feito...

E as meninas, nem q sejam as duas q acompanham esse blog... não podem servir a dois senhores... por isso, há q se olhar no espelho e ver quem vcs são de fato, aquelas q discursam e convencem ou apenas as de rabo preso com o patriarcado, se alimentando das suas famigeradas recompensazinhas e maracutaias, joguinhos, chantagens, caras e bocas... ou mulheres q de fato rompem com o patriarcado, com o androcentrismo, e desrivalizam as outras mulheres... se vem iguais, detentoras da energia feminina, resguardadas as diferenças... básicas e tbm as superfluas... estão prontas pra olhar pra dentro de si, daqueles traumas dessarrumados nas gavetas de baixo... ou vão ainda continuar vivendo essa personagem desesperada da sessão da tarde, ou da figuração selecionada de Almodovar... ai ai meninas, todas vcs... q se ambientam em vanguardas e ao mesmo tempo na mais obsoleta comodidade... tks tks... como destruir o patriarcado-resumo geral: com lealdade feminina... entre mulheres nã-patriarcais e não androcêntricas... as mulheres q constroem uma ginocracia não tem dependência emocional de aceitação ou sedução seriada... nem dão aquele jeitinho de ficar ali, merecendo serem sustentadas financeiramente, pq poxa, afinal, um padrãozinho de vida melhor do q o meu real possivel, não vai fazer mal pra ninguém né... (e põe o dedo na boquinha, desce na boquinha da garrafa...)a verdadeira mulher é MULHER, nem é santa nem puta... santa e puta são personagens patriarcais, bem aceites e bem representadas, mas personagens... se vc se encaixa num desses papeis, vc precisa de ajuda profissional, talvez alienígena, se tiver sorte...
ser poli implica em ser verdadeira pra mulher tbm... não há personagens no poliamor...
PRA MIM só existem poliamor, onde existem verdadeiros encontros... e o verdadeiro amor, q é incondicional e compassivo... onde existe hostilidade, rivalidade, defensiva, intolerância e o escambau, não existe poliamor, existe poliverborreia... existe poli-hostilidade, poli-rivalidade, poli-exclusão, poli-defensividade, poli-ocultação de cadaveres, poli-mentiras, poli-preconceitos... poli-idiotices... poli-proprietários da liberdade... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...

O MEU POLIAMOR É O POLIAMOR OU "AZULEJO" OU QQR PALAVRA Q TEM A VER COM PESSOAS LIVRES SE RELACIONANDO LIVREMENTE E PRINCIPALMENTE AMOROSAMENTE... AMOROSAMENTE SE TRADUZ POR ATITUDES E ABERTURAS NÃO POR EXCLUSÃO E ESPETADAS... SE TRADUZ EM CARINHO E NÃO EM DITADURAS E BARRICADAS... SÓ EXISTE A PARTIR DE QUEM SE AMA E NUNCA DE OUTRO LADO...


Poli-relacionamentos existem em todo lado... Todos os homens são poli... ou são polígamos ou são poliamorosos... Todas as mulheres são ligadas às outras mulheres, umas pela lealdade, outras pela rivalidade... Qual é a diferença??? a diferença está em manter o sistema patriarcal, ou ousar ser ex-comungada dele, nas suas mais variadas facções e disfarces... em SER à luz do dia e abertamente aquilo q todo mundo procura fora de si... qto mais aceite e pertencente vc é, mais longe de SER vc está... pq nada no patriarcado respeita, aceita ou valida a sua verdadeira liberdade...

PRA MIM, rótulos não interessam... pra mim todo amor é poli e inclusivo, e anti-patriarcal... é leve, livre e solto, e acima de tudo prazeroso,do bem, saudável, gostoso... o meu poliamor, do tipo matrilinear é o prazer como antídoto do medo e da violência... os outros poliamores não interessam nada...

SIMSIMSALAMIM!!! QUE SE DESFAÇA DE UMA VEZ POR TODA ESSA CONFUSÃO!!!PIRLIPIMPIM!!!

Poli-relacionamentos poli-enrustidos e otras cositas más...

Palavras Poliamorosas ao Vento - vol 1


E acho q alguém acertou no ponto fulcral dessa questão:
não há amor...
onde não existe amor, não existe poliamor...
existe relacionamento, de qualidade duvidosa...
até pode ser poli-relacionamento,
mas não amor, nem poliamor...
bem dito...talvez seja uma confusão mais frequente q se pensa...
muita gente com poli-relacionamentos, mas sem amor...

como acontece nas relações mono, tbm superficiais, onde as pessoas querem preencher lacunas de carencia emocional, realizar fantasias sexuais, ou qqr outra coisa, não AMOR...

Acho q é mesmo ai q a porquinha torce o rabo!!! Ao meu ver o poliamor seria um novo modelo de relacionamento, onde não há hierarquias, e isso pressupõe pessoas livres e novos papeis, diferentes dos tradicionais... Não existe poliamor num contexto patriarcal, ou onde há dependência emocional ou financeira...Por isso q eu ao encontrar o poliamor-conceito fiquei feliz, mas depois vendo a prática, minha e de outras pessoas ditas poli, perdi meu entusiasmo... na prática de muitas pessoas não há nada de novo, apenas o rótulo... Desculpa ser sincera e jogar um balde de água fria em cima... mas é o q vejo... mulheres androcêntricas tal e qual nas monogamias, homens machistas tal e qual na monogamia... então, afinal q poliamor é esse, de q tanto falam... e ai se instauram as minhas reticências... nao é de estranhar q as pessoas confundam poliamor com outras coisas iguais a sexo fácil e andem por ai se dizendo poliamoristas, à caça das mulheres poli-liberadas... andam a usar apenas uma maquiagem de poliamor, onde de resto temos pouco mais q poligamias e poliandrias consentidas, mas escondidas... poli-enrustidos de armário...poli-superficialidades e relações efêmeras... poli-acomodados em relações que dão mais jeito continuar do q recomeçar do zero...Sei q estou sendo um tanto advogado do diabo do poliamor, mas talvez seja necessário tbm avaliar os contras, ao invés de ocultá-los, faz parte da atitude de ser verdadeiro... quero ser poli, mas consciente... não do tipo q ouvi o galo cantar mas não sei onde... poli não é ieieiê... há q se aprofundar mais as questões, e talvez só assim possamos viver o poli como deve ser: livre, leve e solto

Sim a compersion nem sempre é fácil, e desconfio solenemente de quem diz q tudo é lindo e maravilhoso dentro do poliamor (pra mim é o mesmo q fazem as pessoas normais mono dourando a pílula dos relacionamentos, q como sabemos qdo acabam a sujeira vem ao de cima...) Mas qdo as relações são saudáveis há compersion sim... É muito mais fácil haver compersion qdo estamos envolvidos na ampliação da relação, do q qdo o nosso companheiro ou companheira vai sozinho experimentar novos amores... mas qdo vamos nós e deixamos ele pra tras tbm não importamos muito... Na primeira relação não sentia ciumes de nenhum dos dois. Na última relação com uma pessoa poli havia ciume, mas insuflados por ele, q fazia provocações e chegou mesmo a me dizer: não quero q deixes de ter ciumes de mim... era um narciso... claro não deu certo, e além do mais faltou sinceridade, faltou verdade.

Qdo somos verdadeiros, somos verdadeiros com a gente mesmo em primeiro lugar, sendo poliamorosos ou não... mas sem sermos verdadeiros não há como ser poliamoroso.

Poliamor exige verdade, transparência e maturidade... compersion não é pra principiantes... As pessoas confundem compersion com "tô nem ai..." e confundem poliamor com "ficar" qdo na minha opinião poli significa compromisso afetivo, envolvimento, diálogo, e a compersion se insere nesse contexto... poliamor sem dialogo, sem transparência e com joguinhos de ciúme é qqr outra coisa, menos poliamor... compersion acontece qdo há verdade, transparência, segurança e amor... de verdade...


domingo, 13 de setembro de 2009

Devolva-me